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RP e crisePublicado em 6 de setembro de 20266 min de leitura

Quando a menção chega na televisão antes de chegar nas redes

Uma crise pode cair no rádio ou na TV linear enquanto o painel social ainda está quieto. O jurídico precisa de canal, hora e clipe. Arquivo encaminhado no chat não é registro.

O linear ainda se move primeiro

Uma menção num programa matinal ou num boletim do rush pode alcançar um mercado antes da mesma frase aparecer no painel social. A primeira hora costuma ser um clipe encaminhado e um fio de palpites.

Comunicação e jurídico trabalham então com o que alguém aconteceu de gravar. O canal é aproximado. A hora é ‘hoje de manhã’. O arquivo pode não abrir.

Por que um clipe encaminhado não é o registro

  • O jurídico precisa de canal, relógio e um clipe que abre, não de um arquivo que chegou num grupo.
  • A escuta social chega tarde ao rádio e à TV lineares, ou nunca os vê.
  • Uma gravação da sala não é o registro escrito quando o programa rodou.
  • A menção é um evento. Por si só, não é achado de dano, culpa ou dever de responder.

Equipes que só guardam o chat reconstroem a hora de memória. Isso aguenta até alguém perguntar qual emissora, qual relógio, quais palavras.

O que um registro utilizável de crise parece

Canal, hora, duração e evidência que abre. Isso basta para comunicação, liderança e jurídico olharem a mesma linha.

O registro não escreve o comunicado. Ele troca o boato por um horário.

Como usar

Acompanhe os canais que podem mover a história. Guarde menções como linhas com evidência. Compartilhe a linha, não uma linha do tempo remontada no chat.

O que você leva à sala é um registro de partida. Falar, esperar ou escalar é decisão humana, e o software não a toma.

Inteligência de Mídia e Direitos

Veja o que está sendo veiculado de verdade.

A Alogfy coloca os canais. Você traz o catálogo ou as campanhas — e mostramos as detecções e as evidências por trás delas.